Caros amantes da Psicologia, da verdadeira e legítima Ciência Psicológica ainda por descobrir.
Hoje trago um tema que, suponho, é do conhecimento de todos vós.
Falo da megalómana competência da Meta-Comunicação. O comunicar sobre a própria comunicação. No momento presente. Ou não. Uma ferramenta muito útil para construir e destruir pontes de desenvolvimento no sujeito psicológico, e não só.
Para construir, quando usada com ponderação, no momento adequado, tal pitada de sal, oréganos e pimenta num bom e delicioso prato italiano. Ou seja, isto quer dizer, que só e apenas só quando estamos perante uma relação clara e livremente estabelecida, consolidada... Por outras palavras, quando existe um verdadeiro vínculo, quer este seja psicoterapêutico ou de outra espécie.
Ora bem, então como é que esta cena destrói as tais pontes desenvolvimentais de que falei à pouco? Quando a meta-comunicação é usada forçadamente. Resumidamente é isto. Tal leva a uma justificada resistência por parte do Outro, tornando a terapia, naquele preciso momento totalmente ineficaz. Não é compreensível tal erro por parte de psicólogos experimentados.
Outra questão muito ligada, infelizmente a essa tal meta-comunicação inútil, ou até mesmo fútil, se assim quisermos lhe chamar, é a tal da Intencionalidade. Uma amiga muito poderosa para os verdadeiros profissionais mas inimiga dos "psicologizando-eu-vou".
E depois venham me convidar pra conferências sobre o "BURNOUT"...
E mais não digo.
Inté :) *****
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
ESTARIA ROGERS ERRADO?
Skinner e Freud diriam que sim.
Eu pessoalmente tenho as minhas reservas, até porque o Humanismo é uma ferramenta muito útil principalmente no campo da psicologia clínica, quer ela seja individualizada ou em contexto grupal. Penso, que é principalmente nesta última modalidade que o Humanismo se realça naquilo que tem de melhor: a partilha das emoções e complexos numa atmosfera aceitante, respaldada com o conceito da universalidade e ao mesmo tempo do carácter único e irrepetível de cada pessoa.
Porém, devo concordar que existe no entrementes deste modelo, ou no seu não dito, um verdadeiro proselitismo em relação ao modelo Psicanalítico.
Ah e tal, a psicanálise só vê o ser humanos como um animal pulsional fadado à maldade e à agressividade e a ter de conviver consigo próprio assim mesmo... Pessoal, não é bem assim, mas que o homo sapiens tem das suas lá isso tem.
Mas é isso que o engraça. E é também por isso que ele deve ganhar coragem para se auto-analisar.
Ah e tal, mas a centralidade do ser humano é naturalmente boa. Opah, pensem como quiserem, mas de uma frase ou duas em que afirmem isso, até estarem o tempo todo a me fazerem uma verdadeira lavagem cerebral sobre a bondade humana é outra coisa.
O homo sapiens não é nenhuma florzinha de estufa!
Poderíamos considerar esse tal de Humanismo como uma filosofia maiêutica centrada nos processos empáticos, principalmente quando falamos do domínio da psicoterapia ou da consulta psicológica. E, muito infelizmente, ele apresenta uma grande tendência para bloquear a dinâmica da consciência da tragicidade humana, num sentido verdadeiramente existencial, que podemos encontrar em sartre, nietzche ou então num bom divâ. Não permite o envolvente e revolucionário sentir do que entropiza a plena satisfação psíquica.
Então, para quê Rogers e a sua maiêutica humanista?
Poderá ela oferecer chance para uma possível cientifização?
Se sim, devo dizer que existe uma urgente justificação empírica deste modelo.
Abraços e beijinhos pas pxxiiiii*************
Eu pessoalmente tenho as minhas reservas, até porque o Humanismo é uma ferramenta muito útil principalmente no campo da psicologia clínica, quer ela seja individualizada ou em contexto grupal. Penso, que é principalmente nesta última modalidade que o Humanismo se realça naquilo que tem de melhor: a partilha das emoções e complexos numa atmosfera aceitante, respaldada com o conceito da universalidade e ao mesmo tempo do carácter único e irrepetível de cada pessoa.
Porém, devo concordar que existe no entrementes deste modelo, ou no seu não dito, um verdadeiro proselitismo em relação ao modelo Psicanalítico.
Ah e tal, a psicanálise só vê o ser humanos como um animal pulsional fadado à maldade e à agressividade e a ter de conviver consigo próprio assim mesmo... Pessoal, não é bem assim, mas que o homo sapiens tem das suas lá isso tem.
Mas é isso que o engraça. E é também por isso que ele deve ganhar coragem para se auto-analisar.
Ah e tal, mas a centralidade do ser humano é naturalmente boa. Opah, pensem como quiserem, mas de uma frase ou duas em que afirmem isso, até estarem o tempo todo a me fazerem uma verdadeira lavagem cerebral sobre a bondade humana é outra coisa.
O homo sapiens não é nenhuma florzinha de estufa!
Poderíamos considerar esse tal de Humanismo como uma filosofia maiêutica centrada nos processos empáticos, principalmente quando falamos do domínio da psicoterapia ou da consulta psicológica. E, muito infelizmente, ele apresenta uma grande tendência para bloquear a dinâmica da consciência da tragicidade humana, num sentido verdadeiramente existencial, que podemos encontrar em sartre, nietzche ou então num bom divâ. Não permite o envolvente e revolucionário sentir do que entropiza a plena satisfação psíquica.
Então, para quê Rogers e a sua maiêutica humanista?
Poderá ela oferecer chance para uma possível cientifização?
Se sim, devo dizer que existe uma urgente justificação empírica deste modelo.
Abraços e beijinhos pas pxxiiiii*************
CONSTRUCTIVISM APPLIED
Olá pessoal e todos os espíritos carentes de alguma coisa que preste nos discursos positivistas, que a meu ver são inexistentes em Psicologia.
Vou começar por falar de um modelo psicológico, que tem como figura de marca, Mahoney e seus associados. Estou a falar do Constructivismo, um enfoque teórico com importantes implicações sociais, económicas e políticas.
Pouco se sabe ainda sobre este modelo, pois pouca coisa interessante ha sido publicada dentro deste enquadramento conceptual. Há, infelizmente, e isto é premente na maoria dos manuais que compõem a literatura psicológica, uma precocidade no que concerne a inventar técnicas de intervenção a partir de uma teoria pouco desenvolvida.
E o meu apelo, caros colegas, é que possamos criar, construir o próprio Constructivismo.
é verdade. O constructivismo carece de ser construído, criado, e por fim, solidificado, para poder mais tarde ser reinventado.
sonho com o dia, em que esta última etapa, tão paralela às etapas naturais de qualquer organização terrestre, venha a acontecer.
sonhar nunca fez mal a ninguém, além disso, era interessante se se investigasse seriamente os efeitos do tal "sonhar acordado", se é que me compreendem.
PSYCHO-TALKING propõe: Constructivism applied.
é um grito de guerra, do Ipiranga...
Abraços e beijinhos para as pxiii....
Vou começar por falar de um modelo psicológico, que tem como figura de marca, Mahoney e seus associados. Estou a falar do Constructivismo, um enfoque teórico com importantes implicações sociais, económicas e políticas.
Pouco se sabe ainda sobre este modelo, pois pouca coisa interessante ha sido publicada dentro deste enquadramento conceptual. Há, infelizmente, e isto é premente na maoria dos manuais que compõem a literatura psicológica, uma precocidade no que concerne a inventar técnicas de intervenção a partir de uma teoria pouco desenvolvida.
E o meu apelo, caros colegas, é que possamos criar, construir o próprio Constructivismo.
é verdade. O constructivismo carece de ser construído, criado, e por fim, solidificado, para poder mais tarde ser reinventado.
sonho com o dia, em que esta última etapa, tão paralela às etapas naturais de qualquer organização terrestre, venha a acontecer.
sonhar nunca fez mal a ninguém, além disso, era interessante se se investigasse seriamente os efeitos do tal "sonhar acordado", se é que me compreendem.
PSYCHO-TALKING propõe: Constructivism applied.
é um grito de guerra, do Ipiranga...
Abraços e beijinhos para as pxiii....
WELCOME TO PSYCHO-TALKING
Este blog visa a discussão de ideias relacionadas com o campo científico da psicologia e ramos associados, tais como a psicanálise, a sociologia e a política.
queremos fazer valer os nossos discursos, para que seja incorporada dentro da psicologia geral uma nova epistemologia, mais direccionada para os tempos de hoje.
Carecemos de um verdadeiro rigor científico, e isso só poderá ser possivel se todos contribuirmos honestamente com um igualmente verdadeiro esforço de nossos espíritos.
Seja bem vindo ao PSYCHO-TALKING.
Abraços e beijinhos para as pxicólogas.
queremos fazer valer os nossos discursos, para que seja incorporada dentro da psicologia geral uma nova epistemologia, mais direccionada para os tempos de hoje.
Carecemos de um verdadeiro rigor científico, e isso só poderá ser possivel se todos contribuirmos honestamente com um igualmente verdadeiro esforço de nossos espíritos.
Seja bem vindo ao PSYCHO-TALKING.
Abraços e beijinhos para as pxicólogas.
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